Cleitinho lidera corrida pelo governo de Minas em 2026, aponta pesquisa Quaest

22/08/2025

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Levantamento mostra senador com 28% das intenções de voto; Kalil, Pacheco e Mateus Simões aparecem atrás na disputa

A mais recente pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta sexta-feira (22/8), indica que o senador Cleitinho (Republicanos) é o favorito na disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026. O parlamentar aparece com 28% das intenções de voto, à frente do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (16%) e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), com 9%. O vice-governador Mateus Simões (Novo) surge em quarto lugar, com 4%.


O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 17 de agosto, ouvindo 1.482 eleitores mineiros com 16 anos ou mais. A margem de erro é de três pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.


Ainda segundo o estudo, 17% dos entrevistados se disseram indecisos e 26% afirmaram que pretendem votar branco, nulo ou não comparecer às urnas.



Avaliação do governo Zema

A pesquisa também avaliou a gestão do governador Romeu Zema (Novo). O índice de aprovação caiu de 62% em fevereiro para 55% em agosto, enquanto a rejeição subiu de 30% para 35%. Outros 10% não souberam ou preferiram não responder.



Disputa nos estados

O levantamento da Quaest foi realizado em oito estados e mostra cenários importantes para 2026:


  • São Paulo: Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera com 43%, seguido de Geraldo Alckmin (PSB) com 21%.
  • Rio de Janeiro: Eduardo Paes (PSD) aparece em primeiro com 35%.
  • Bahia: ACM Neto (União) tem 41%, contra 34% de Jerônimo Rodrigues (PT).
  • Paraná: Sergio Moro (União) desponta com 38%.
  • Rio Grande do Sul: Disputa acirrada entre Juliana Brizola (PDT), com 21%, e Zucco (PL), com 20%.
  • Pernambuco: João Campos (PSB) lidera com ampla vantagem, marcando 55%.
  • Goiás: Daniel Vilela (MDB) e Marconi Perillo (PSDB) aparecem tecnicamente empatados, com 26% e 22%, respectivamente.



Contexto nacional

Ao todo, foram 10.146 entrevistas em todo o país, com margens de erro entre dois e três pontos percentuais, dependendo do estado. A pesquisa reforça o peso político das disputas estaduais em 2026 e já movimenta os bastidores das alianças partidárias.



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